Meteorologia contra a Climatologia Aquecimentista

Diferentemente do que usualmente se comunica nas grandes mídias em eventos como os incêndios na Austrália no qual culparam o Aquecimento Global como causa, diariamente a realidade se mostra alternativa. Em notícia da CLIMATEMPO.com.br, chega até nós o seguinte enunciado: Capital paulista bate novo recorde de frio (24/05/2020). Segundo a notícia, isso se dá por uma massa de ar polar já prevista que fez com que a madrugada do dia em questão se tornasse o dia mais frio do ano.

O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 11,2°C na estação automática do Mirante de Santana. O recorde anterior tinha sido no dia 10 de maio, com 11,8.

O dilema que a notícia traz consigo é a da afirmação constante de que estamos aquecendo o planeta com a queima de combustíveis fósseis e a atividade agrícola, incluindo o desmatamento. Porém vemos que as ocorrências de ondas de frio não cessam nem diminuem de modo considerável, o que vai contra as principais causas do aquecimento global. Um dos sintomas previstos pelo aquecimento do planeta seria o descongelamento dos pólos, não só elevando o nível do mar como também permitindo que o clima global venha a se tornar predominantemente quente com temperaturas acima do padrão, pois o suporte de resfriamento e controle de temperaturas na Terra se dá pela massa polar gelada. Entretanto, como na própria notícia acima mostra, na data em questão recebemos rajadas de ar polar que fizeram baixar consideravelmente as temperaturas. Se o que dizem os aquecimentistas fosse verdadeiro, veríamos uma tendência cada vez menor deste tipo de evento.

Para entender um pouco melhor o caso abordado, sugiro a leitura da matéria no link: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/na-vila-mais-fria-do-mundo-cilios-congelam-o-jantar-e-congelado-e-as-temperaturas-chegam-a–66-c-4r28v6lfj2a7bm3czwil2ife9/

Essa entre outras incoerências envolvendo o tema está no link a seguir: https://cienciaeengenharia.music.blog/2020/01/08/mudancas-climaticas-fenomeno-independente/

Benefícios do Videogame

O que pode ser banalmente considerado um vício ou simplesmente alienação é, em suma, muito mais que isso.

Casal jogando vídeogame. Uma partida de futebol virtual no console PS4.

Na percepção de muitos, seria possível trocar o termo “jogar vídeo game” por “acionar válvula de escape” em várias circunstâncias, pois em muitos casos sabe-se que aborda exatamente isso. Abre-se um universo no qual um indivíduo de simplicidade pode passar a exercer, ainda que artificialmente, a função de um grande cavaleiro que se coloca no auge da coragem e nobreza, ou até mesmo um instruído soldado SEAL munido da mais alta tecnologia. Afinal, o controle (literalmente falando) é seu, então lute e cavalgue o quanto puder e cumpra sua missão celestial. Esse é o ponto mais comumente observado.  

  Avaliando em retrospectiva ao que foi escrito, soaria como nociva a prática de jogar video game olhando unicamente por essa perspectiva, mas a verdade é que pode ter um lado surpreendentemente positivo, ainda que oculto aos olhos de muitos.

  Jogar vídeo game em companhia é conhecido como lazer por trazer alegria e em certas situações unir e reunir para jogar-se partidas de futebol, FPS e luta, nessa competição existe a diversão mútua (ainda que surja certos conflitos por estar trapaceando ou faltar com cordialidade).

  Mas vai além do lazer explícito e da fuga da realidade massante. Trata-se de um estímulo brutal para imaginação e criatividade. Como por exemplo, ter a possibilidade de experimentar o que seria de fato mover uma espada contra dragões e outros monstros se estes existissem, ou até mesmo vislumbrar o que um militar encararia num campo de batalha radicalmente hostil. Em ambos os exemplos poderiam associar o ato de jogar ao “ato de se imaginar e criar”, desenvolver perspectivas e visões futuristas ou passadas, sendo capaz assim de ter acesso a algo que não seria possível pela própria atualidade ou mesmo por ausência de condições dos jogadores. E tanto ser um guerreiro na Idade Média quanto um soldado na Coréia do Norte do futuro sendo capaz de se introduzir neste universo digital através da tela e controle lhe dão uma visão e perspectiva gigantesca do que o mundo é e pode ser.

Jogando game de corrida no Xbox 360.

 De certo que isso pode resultar em prós e contras, mas vejo grandes chances de se ter mais prós do que contras. Deixarei a seguir uma série de artigos e matérias abordando um pouco sobre este assunto, mostrando muitos benefícios comprovados e outras observações.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2016/01/videogames-podem-ser-usados-para-tratar-doencas-psicologicas.html

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/12/games-3d-ajudam-manter-sua-memoria-em-forma.html

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/videogame_e_utilizado_em_reabilitacao_de_pacientes.html

blog.nuuvem.com/sintomas-de-ansiedade-e-games/

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Mudanças Climáticas – Fenômeno Independente

Aquecimento Global (Global Warming em inglês) e as mudanças climáticas (Climate Change em inglês) são polêmicas desde o século passado, discutidos constantemente no âmbito político e científico, porém com muito mais reconhecimento e uso no âmbito político por suas aplicações dentro de sistemas econômicos e de desenvolvimento e, obviamente, por conter mais entusiastas burocratas do que cientistas, exemplo disso é a bancada da ONU em relação a este tema.

Pesquisar sobre: Fundadores e Membro constituintes do IPCC.

Fenômenos Climáticos e Biomas diversos encontrados na natureza.

Ocasionalmente, quando presencia-se um acontecimento envolvendo aumentos de temperatura medidos por termômetros para obtenção de assinaturas térmicas do ambiente em que está instalado ou mesmo em casos de incêndios florestais como na Austrália culpa-se o aquecimento global causado pelas atividades humanas, ou seja, uma mudança climática em nosso planeta por ações antrópicas.

Em dezembro de 2019 saiu uma matéria na BBC News intitulado “Com inverno mais quente desde 1886, Moscou espalha neve artificial para o Ano Novo”. Em um dos trechos da máteria diz-se:

O chefe da agência de previsão do tempo da Rússia, Roman Vilfand, diz que 2019 é o ano mais quente já registrado no país.

O inverno ameno na Rússia tem sido considerado mais uma prova do aquecimento global – parte de um padrão que inclui o derretimento em níveis recordes de gelo em regiões polares.

Em outro parágrafo mais a frente comenta sobre as causas e consequências da situação climática vigente.

Neste mês, o climatólogo russo Vladimir Semyonov disse que “esses invernos são uma consequência direta do aquecimento global – eles se tornarão mais frequentes”.

Ele afirmou à agência de notícias RIA Novosti que “nos últimos 30 anos, as temperaturas médias de inverno na região de Moscou subiram quatro graus. Isso é realmente muito. Na prática, são temperaturas de novembro em dezembro.”

Entrando em contradição com o dito acima, em parágrafo anterior está escrito o seguinte:

Em 18 de dezembro, a temperatura em Moscou alcançou 5,6 graus Celsius, valor mais alto já registrado em um dezembro desde 1886.

“Desde” é uma evidência chave para demonstrar que fenômenos como esse já ocorreram no passado mesmo sem a forte influência atual sobre o clima decorrente de queima de combustíveis fósseis e o aumento do CO2 entre outros fatores.

Nos últimos parágrafos da matéria abre-se espaço para mais uma contradição ao clima diferenciado na Rússia:

Já o verão russo deste ano foi marcado por um frio atípico.

Para encerrar a matéria, citam um pronunciamento feito pelo presidente russo Vladimir Putin, reconhecendo que as mudanças climáticas podem causar grandes problemas, partindo do que se conhece dos seus supostos efeitos sobre o permafrost. Em contrapartida, ele se mostra consideravelmente cético quanto ao papel humano dentro dos fenômenos em questão.

No entanto, ele questionou informações que apontam para atividade humana como um fator central nas mudanças climáticas.

“Calcular como a humanidade moderna está influenciando a mudança climática global é muito difícil, se é que é algo possível”, disse ele.

Rússia (Russia)

Apesar do alarmismo abordado na matéria da BBC News quanto aos efeitos das ações humanas no clima, no início de 2018 (janeiro) houve uma série de matérias nos mais diversos portais de notícia comentando sobre o frio extremo assolando a região de Yakutia, na própria Rússia.

Segue trechos de uma máteria do jornal Gazeta do Povo sobre o assunto:

O lugar é Oymyakon, uma vila de cerca de 500 pessoas na região de Yakutia, na Rússia, que ganhou a reputação de lugar mais frio do mundo com ocupação humana permanente. Essa reputação não foi conquistada facilmente. No começo desta semana, uma frente fria derrubou as temperaturas para recordes de baixas.

Ressalta-se o fato de que os tais recordes de baixa ocorreram no mesmo período deste ano (2020) onde portais como G1 e a própria BBC relataram comportamento de aquecimento que é atípico quanto ao clima regional padrão da Rússia.

Foto tirada por residentes da região de Yakutia, na Rússia, onde até os cílios congelam pelo frio extremo padrão do local, porém alcançando temperaturas ainda menores que o comum em 2018.

Continuando a matéria, relata-se a frente outro fato curioso quanto ao recordes de baixas temperaturas:

A meteorologia oficial da cidade registrou a temperatura de -58º C nesta semana, apesar de o novo termômetro digital que foi instalado na cidade para todos verem, parte da reputação da cidade de temperaturas glaciais, ter quebrado quando registrou -62º C no último domingo. De acordo com o Siberian Times, os registros de alguns moradores mostraram a temperatura abaixo de -66º C, se aproximando de um antigo recorde da década de 1930. […] A vila registrou a menor temperatura da história com -72º C em 2013.

Aparentemente, Putin, independente de ressalvas que pairem sobre ele, se mostrou mais realista no quesito “olhar crítico científico” que os próprios divulgadores científicos.

#climatechange #globalwarming #science #ciencia #climatologia #mudancasclimaticas #aquecimentoglobal

Despesas em Missões Espaciais pela NASA

NASA’s logo with an art of an Astronaut

A NASA é uma agência imponente, pertencente ao Governo Federal dos Estados Unidos, conhecida até por leigos já que seu nome está associado à missões como APOLLO, o famoso pouso na Lua.

A NASA tem um histórico de desenvolvimento de tecnologia e pesquisas, desde a criação de turbinas, propulsores e satélites como SATURN até registro fotográficos para análises geológicas. Tudo isso favorece sua reputação, uma série de acadêmicos já se utilizaram e utilizam inúmeros dados fornecidos pela agência. Falaremos mais especificamente da agência em outro post.

Creio que a infelicidade se dê por meio do fato de que os investimentos da agência estatal não se resuma ao relatado acima, há tentativas de lançamento de foguetes, satélites externos e mais, tudo dedicado às missões espaciais. As missões, em tese, têm objetivos favoráveis ao desenvolvimento humano em vários sentidos, alguns até suspeitos. Mas existe um dilema intrigante dentro disso tudo que é: tais projetos são prioridade no tocante ao desenvolvimento humano e pautas ambientais? Poucos se fazem essa pergunta, inclusive muitas autoridades americanas.

Imagem ilustrativa do lançamento de um foguete por agências espaciais.

Numa matéria do El País “Quanto custou ir à Lua? E quanto custaria voltar?”, de 2018, decorrente de um discurso do presidente Donald Trump, divulga-se as seguintes informações:

Entre 1959 e 1973, a NASA destinou 23,6 bilhões de dólares para a exploração da Lua, sem incluir o gasto com infraestrutura. Essa cifra, segundo o valor do dólar de 1973 e levando em conta a inflação, equivale a 131,75 bilhões de dólares atuais (425,2 bilhões de reais, pouco mais de 7% do PIB brasileiro).

Em outro parágrafo, ainda falando sobre orçamentos para a agência, é dito o seguinte:

Um subcomitê do Senado dos Estados Unidos aprovou na terça-feira (14) um orçamento que forneceria US$ 22,75 bilhões para a NASA no ano fiscal de 2020. Isso é uma boa parcela do que a agência buscava em financiamento adicional para o programa Artemis— mas não tudo. Agora cabe ao comitê completo do Senado responsável por aprovar os gastos aceitar a proposta no dia 26 de setembro.

Em outro parágrafo ressalta o seguinte:

O valor de US$ 22,75 bilhões está US$ 1,25 bilhão acima do que a NASA recebeu no ano fiscal de 2019, e dos US$ 435 milhões acima do que a Câmara propôs em suas contas de gastos de 2020, aprovadas em junho.

As razões de tal orçamento é esclarecido em outro ponto da notícia, alegando:

De acordo com o senador Jerry Moran, esse valor “fornece aumento de recursos para missões científicas, aeronáutica, restaurando programas críticos de educação em STEM e avançando na exploração humana do espaço”.

É de conhecimento público que a construção do maquinário destinado às missões espaciais e o investimento em pessoal para efetuar tais tarefas é altíssimo, além de todos os esforços em análises de situação, estatísticas e testes de aplicabilidade e funcionamento. Em contrapartida, há muita exigência em projetos e programas, mas pouco é exigido em resultados funcionais, úteis.

Na mesma matéria é dito ainda que a NASA busca 1 bilhão para pouso de humanos na Lua. E algo mais de interessante é ressaltado no penúltimo parágrafo da mesma notícia:

A senadora Jeanne Shaheen, membro do subcomitê, observou que o orçamento proposto “permite um eventual retorno de humanos à Lua”, mas não mencionou o ano de 2024, que é a data em que a NASA planeja enviar astronautas à superfície lunar através do programa Artemis.

A maior parte dos gastos calculados até o momento não estão visando prioritariamente a próxima viagem à Lua e as viagens de coleta de amostras do solo marciano. As datas previstas para tais missões são 2024 e 2026.

Sede da NASA nos Estados Unidos.

Haverá sempre quem veja o lado positivo de projetos como esses atribuindo os avanços nas áreas de informática e observações climáticas. Mas a ironia, porém, está vinculada a posições muito anteriores a 2018 e 2019. Quão anteriores são essas posições? Que tal 2001? Sim, já no ano de 2001.

No fim do ano 2001, de acordo com a BBC, uma Comissão com especialistas recomenda menos gastos com missões espaciais:

As finanças da Nasa, a agência espacial dos EUA, foram fortemente criticadas por uma comissão independente que inclui dois ganhadores do Prêmio Nobel.

Segundo a comissão, a Nasa gasta demais, e sua participação na Estação Espacial Internacional foi considerada de credibilidade duvidosa.

E continua-se afirmando:

O motivo destes custos, segundo o relatório, é a má administração de recursos feita pela Nasa.

“As deficiências atuais na estrutura administrativa, na cultura da empresa, na definição de gastos e controle de projetos devem ser corrigidas para que o programa (da estação espacial) continue de modo que tenha credibilidade”, diz o relatório.

É de se estranhar a preocupação mesmo de autoridades científicas com os gastos com tais missões, e ainda mais preocupante é toda a questão em si estar desconexa de eventos como o aumento de céticos quanto a viagem à Lua e outras viagens espaciais e debates a respeito de Terra Plana que se manifestaram radicalmente nos últimos anos.

Em uma matéria da revista VEJA publicada em fevereiro 2012 e atualizada em maio 2016 temos a chamada “NASA reduz gasto com missões robóticas interplanetárias”, segundo as informações retiradas dos próprios meios de comunicação da NASA. É dito em um trecho da matéria o seguinte:

Os crescentes gastos com missões acima do orçamento previsto – como o James Webb Telescope, sucessor do Hubble, que na proposta original deveria custar 1 bilhão de dólares e hoje tem custo previsto de 8,8 bilhões – obrigaram a Nasa a abandonar a parceria que havia firmado com a ESA (agência espacial europeia). As duas agências trabalhavam juntas na missão ExoMars, que pretende lançar um orbitador e um veículo a Marte, um em 2016 e outro em 2018.

No último trecho da matéria encontra-se uma fala com mais senso de realidade financeira que as vistas em outras ocasiões, porém ainda problemática no sentido de assumir que a agência costuma complicar-se na hora de calcular os orçamentos necessários para suas operações de modo ou outro.

As atuais missões a Marte, como o Mars Science Laboratory, continuarão recebendo dinheiro. Contudo, “a agência ainda vai estudar a formulação de missões de médio porte compatíveis com a nossa realidade financeira”, disse Bolden, administrador da NASA.

Ao que parece, mesmo para administradores da maior agência espacial global as condições financeiras para os trabalhos pretendidos não estão de acordo com sua economia.

Siga a sequência de postagens relacionadas ao tema em questão:

Chances Mínimas de Encontrarmos Vida Extraterrestre

Está entre as maiores ambições de astrônomos, cosmólogos, cosmonautas e acadêmicos das demais áreas relacionadas à astronomia a busca por vida fora da Terra. As hipóteses são diversas e a imaginação não deixa a desejar. Lembrando, é claro, que existe até mesmo uma área na ciência dedicada a especular sobre a evolução, distribuição e perspectiva da vida no conceito cósmico universal, bem como a pesquisa de sinais de rádio de suposta origem extraterrestre artificial, que é a Exobiologia (também conhecido como Astrobiologia e Bioastronomia).

Observando as estrelas/astros com equipamento telescópico.

Mas como praticamente tudo na vida, e também na ciência, há um porém. Mas em relação a teorias de vida extraterrestre esse “porém” acaba por ser quase um balde de água fria nos devotos da religião Jedi e Star Trek. A razão disso se dá por conta de observações feitas por uma astrônoma da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

Greaves, astrônoma, disse o seguinte:

Sob condições químicas pobres em fósforo, pode ser que seja realmente difícil que a vida se origine em um mundo similar ao nosso.

Utilizando o telescópio britânico William Herschel, localizado nas Ilhas Canárias (Espanha), Greaves e sua equipe buscaram rastros de fósforo e ferro na nebulosa de Caranguejo, localizada a 6,5 mil anos-luz de distância, na constelação de Touro.

Para sua surpresa, Greaves não encontrou ali suficiente quantidade de fósforo para permitir que surgisse vida em novos planetas tal como a conhecemos na Terra.

Supernova no cosmos.

Em entrevista à BBC, Greaves, que recentemente apresentou os resultados preliminares de suas pesquisas sobre esse elemento na Semana Europeia de Astronomia e Ciência Espacial, em Liverpool, explicou:

(…) o fósforo é um entre apenas seis elementos químicos realmente importantes (para o surgimento de vida).

O fósforo, segundo a astrônoma, é crucial ao componente Adenosina trifosfato (ATP), que as células dos organismos vivos usam para armazenar e transportar a energia usada na atividade celular. Em outras palavras, ausência de fósforo é sinônimo de inexistência de vida nos padrões que conhecemos.

Imagem simulando galáxias e supernovas.

Mas não para por aí. Consideremos que eméritos na área da física e astronomia também assumem posições céticas quanto a existência de vida em exoplanetas. O exemplo disso é o Nobel de Física Michel Mayor, que em entrevista à AFP alegou:

Na Via Láctea, temos certeza de que existem muitos planetas rochosos com uma massa semelhante à da Terra a uma distância tal (da estrela) que a temperatura seria adequada para o desenvolvimento da química da vida, mas não sabemos mais nada. Ninguém pode oferecer uma probabilidade de vida em outro lugar. Alguns cientistas dizem que, se todas as condições forem cumpridas, a vida emergirá por conta própria, em uma espécie de emergência natural das leis do Universo. Mas outros dizem: ‘Não, não é verdade, é muito mais complicado’. Não sabemos nada. A única maneira de conhecer é desenvolver técnicas que nos permitam detectar a vida à distância. A próxima geração terá que responder a essa pergunta!

Obviamente, existem inúmeras análises a serem feitas para afirmar se há realmente alguma chance de haver vida em outros planetas ou não, mesmo que diferente do que contemplamos na Terra. Raio de distância do planeta ao Sol, rotação e translação, massa solar e fertilidade do solo faz parte de uma fração das perguntas que devemos fazer em relação à vida ao longo da expansão cósmica. Além disso, justiça seja feita. Há uma distância radical do nosso planeta até o planeta que poderíamos determinar como aplicável para nossa natureza.

Matérias:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-43648975

https://istoe.com.br/nobel-de-fisica-descarta-que-humanidade-emigrara-para-um-exoplaneta/

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