Mudanças Climáticas – Fenômeno Independente

Aquecimento Global (Global Warming em inglês) e as mudanças climáticas (Climate Change em inglês) são polêmicas desde o século passado, discutidos constantemente no âmbito político e científico, porém com muito mais reconhecimento e uso no âmbito político por suas aplicações dentro de sistemas econômicos e de desenvolvimento e, obviamente, por conter mais entusiastas burocratas do que cientistas, exemplo disso é a bancada da ONU em relação a este tema.

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Fenômenos Climáticos e Biomas diversos encontrados na natureza.

Ocasionalmente, quando presencia-se um acontecimento envolvendo aumentos de temperatura medidos por termômetros para obtenção de assinaturas térmicas do ambiente em que está instalado ou mesmo em casos de incêndios florestais como na Austrália culpa-se o aquecimento global causado pelas atividades humanas, ou seja, uma mudança climática em nosso planeta por ações antrópicas.

Em dezembro de 2019 saiu uma matéria na BBC News intitulado “Com inverno mais quente desde 1886, Moscou espalha neve artificial para o Ano Novo”. Em um dos trechos da máteria diz-se:

O chefe da agência de previsão do tempo da Rússia, Roman Vilfand, diz que 2019 é o ano mais quente já registrado no país.

O inverno ameno na Rússia tem sido considerado mais uma prova do aquecimento global – parte de um padrão que inclui o derretimento em níveis recordes de gelo em regiões polares.

Em outro parágrafo mais a frente comenta sobre as causas e consequências da situação climática vigente.

Neste mês, o climatólogo russo Vladimir Semyonov disse que “esses invernos são uma consequência direta do aquecimento global – eles se tornarão mais frequentes”.

Ele afirmou à agência de notícias RIA Novosti que “nos últimos 30 anos, as temperaturas médias de inverno na região de Moscou subiram quatro graus. Isso é realmente muito. Na prática, são temperaturas de novembro em dezembro.”

Entrando em contradição com o dito acima, em parágrafo anterior está escrito o seguinte:

Em 18 de dezembro, a temperatura em Moscou alcançou 5,6 graus Celsius, valor mais alto já registrado em um dezembro desde 1886.

“Desde” é uma evidência chave para demonstrar que fenômenos como esse já ocorreram no passado mesmo sem a forte influência atual sobre o clima decorrente de queima de combustíveis fósseis e o aumento do CO2 entre outros fatores.

Nos últimos parágrafos da matéria abre-se espaço para mais uma contradição ao clima diferenciado na Rússia:

Já o verão russo deste ano foi marcado por um frio atípico.

Para encerrar a matéria, citam um pronunciamento feito pelo presidente russo Vladimir Putin, reconhecendo que as mudanças climáticas podem causar grandes problemas, partindo do que se conhece dos seus supostos efeitos sobre o permafrost. Em contrapartida, ele se mostra consideravelmente cético quanto ao papel humano dentro dos fenômenos em questão.

No entanto, ele questionou informações que apontam para atividade humana como um fator central nas mudanças climáticas.

“Calcular como a humanidade moderna está influenciando a mudança climática global é muito difícil, se é que é algo possível”, disse ele.

Rússia (Russia)

Apesar do alarmismo abordado na matéria da BBC News quanto aos efeitos das ações humanas no clima, no início de 2018 (janeiro) houve uma série de matérias nos mais diversos portais de notícia comentando sobre o frio extremo assolando a região de Yakutia, na própria Rússia.

Segue trechos de uma máteria do jornal Gazeta do Povo sobre o assunto:

O lugar é Oymyakon, uma vila de cerca de 500 pessoas na região de Yakutia, na Rússia, que ganhou a reputação de lugar mais frio do mundo com ocupação humana permanente. Essa reputação não foi conquistada facilmente. No começo desta semana, uma frente fria derrubou as temperaturas para recordes de baixas.

Ressalta-se o fato de que os tais recordes de baixa ocorreram no mesmo período deste ano (2020) onde portais como G1 e a própria BBC relataram comportamento de aquecimento que é atípico quanto ao clima regional padrão da Rússia.

Foto tirada por residentes da região de Yakutia, na Rússia, onde até os cílios congelam pelo frio extremo padrão do local, porém alcançando temperaturas ainda menores que o comum em 2018.

Continuando a matéria, relata-se a frente outro fato curioso quanto ao recordes de baixas temperaturas:

A meteorologia oficial da cidade registrou a temperatura de -58º C nesta semana, apesar de o novo termômetro digital que foi instalado na cidade para todos verem, parte da reputação da cidade de temperaturas glaciais, ter quebrado quando registrou -62º C no último domingo. De acordo com o Siberian Times, os registros de alguns moradores mostraram a temperatura abaixo de -66º C, se aproximando de um antigo recorde da década de 1930. […] A vila registrou a menor temperatura da história com -72º C em 2013.

Aparentemente, Putin, independente de ressalvas que pairem sobre ele, se mostrou mais realista no quesito “olhar crítico científico” que os próprios divulgadores científicos.

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Publicado por caiojoshua

Residente da cidade de São Paulo. Graduando em Marketing e Ciências Biológicas. Músico e Fotógrafo nas horas vagas. Estudante diário de Engenharia e Apologética.

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